Éder

Pan do Rio ou do Brasil?

Junho 22, 2007 · Deixe um comentário

João Derly vence a final do judô com um ipom – golpe de pontuação máxima. Gaúcho de Porto Alegre, o judoca entra para a história do esporte Brasileiro com a medalha de ouro no Pan-Americano. 

AFP

Ele é gaúcho.

Mas não é somente João Derly que terá a chance de escrever o nome nos livros dos jogos Pan-Americano. Muitos terão a mesma chance, no judô e em outros esportes. E muitos não serão do Rio de Janeiro. A maioria talvez vá conhecer o Cristo Redentor, que estamos na torcida para ser uma das sete maravilhas do mundo, ou não conseguiremos dormir direito pelos próximos 100 anos, e, claro, Copacabana. Ah, Copacabana. Deve ser outra maravilha. Nem por isso eles, e as medalhas, serão menos valorizadas, menos…são conquistas de todos os brasileiros.

Ele é gaúcho, e não devemos esquecer disso.

Os atletas no Pan serão muitos, inumeros, vários brasileiros, do Amapá, Roraima, Bahia, Minas Gerais, Tocantins, Brasília, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso…são todos brasileiros. Ah, isso, não se tenha dúvida, eles são. Não que o Rio esteja tirando a nacionalidade desses heróis da canarinhos, os tornando patriotas do caos, da guerra que vive o Rio de Janeiro.

Luiz Marenco em uma gravação caseira…

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TV DO INTERIOR – UM TRABLHO PARA APRENDIZES

Junho 2, 2007 · Deixe um comentário

Acordando  

        A cena desfigura a tela, não reflete o produto na televisão. As pautas, algumas delas, saem dos sites que perambulam pela internet mundo afora. Outras, a maioria, da rotina incessante da cidade em se construir, em se revelar para o mundo real e virtual.

O caso do ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, envolvido em escândalos – que sempre continuam amanhã – o mais alto postulado do governo federal. Isso pode render um bom assunto com políticos locais, oposicionistas e de situação. E assim segue a busca pelas notícias, formação do telejornal, o Jornal do Meio-dia, principalmente.

A pauta chega as nossas mãos antes das 9 horas da manhã. Podemos discordar de uma, mas a maioria terá de ser feita como foi repassado. Mas isso falaremos mais adiante, quando a Kássia já estiver no batente.

 

Testando

Parte importante no trabalho de um repórter de televisão do interior: sempre verificar o equipamento antes da entrada em campo. O jogo até pode começar, mas não terminará a favor se faltar algo. Testa câmera, diz “testando, testando, testando…” no microfone, volta a fita, escuta o “testando, testando…”, nem precisa ser tudo. Está tudo em ordem.

 

 

Na trincheira

Fomos atrás da notícia, feitos combatentes que tentam a todo custo vencer no front da guerra. Câmera funcionando, microfone testado, canopla do programa certo. Vamos as ruas. O prefeito está de viagem marcada para Brasília, em busca dos recursos para o Hospital Montenegro. Entrevistá-lo na Prefeitura é uma tarefa árdua, mas não naquele dia. O prefeito nos receberá sem problemas, e recebeu, estava sorrindo.

Sabemos onde é o gabinete do prefeito. Até de olhos vendados acho que já somos capazes de encontrar a sala ampla, encortinada nas cores merengue, do teto ao chão, a mesa retangular, provavelmente da década de 40, senão antes, no centro. Duas cadeiras próximas ao centro da sala e outras duas, em cada lado da mesa, no costado da parede. 

O cinegrafista atrás da repórter, sentada em uma das cadeiras, de frente para o prefeito. A conversa rola, a pauta se desenrola, e temos a matéria.

 

 

Espera um pouco

Não pense que somos modernos repórteres que utilizam câmeras pequenas, mais leves, que essas são as melhores. Nada. Pior. Essa câmera, a da foto, sobre aquelas mãos, as mãos da Kássia, é amadora. A única, chamada “Baby” por nós, apelido que colocamos nela, é claro, pelo tamanho diferenciado das outras. Utilizamos ela pouco. Somente quando todos estão concentrados no afazer de uma pauta pelos quatro cantos do município.

 

 

Na volta, uma tônica

Ganhamos o front. Estamos com o relógio a nosso favor. Então, por que não uma tônica. Faltam duas quadras para se chegar à TV. A Kássia não é “muito fã” de tônica. Por isso, devia ter registrado o semblante no rosto dela na hora que provou a danada da tônica. Uma foto. Perdi. E percebi que ela não gosta mesmo. Sobrou para o simples e humilde repórter cinematográfico da TV Cultura do Vale. Sem problemas, então. Amigos são para essas coisas, também.

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Um legado mantido há décadas

Maio 18, 2007 · Deixe um comentário

Havia uma época em que as famílias se reuniam nas casas e em galpões. Ficavam ali durante o final de semana. Às vezes até a quarta, a quinta-feira da outra semana. Eram os Kerbs, festas que nasceram por motivo religioso e foram trazidas ao Brasil pelos alemães. “Foi um legado deixado por nossos antepassados”, diz a aposentada Lucila Colling Forneck.  A ex-presidenta da Sociedade Cultural Pareci Novo, fundada em 1913, sendo a segunda mais antiga do município, não esconde a satisfação em poder participar de mais um Kerb da associação na qual esteve à frente por dez anos. A festa deste domingo também servirá para o reencontro de famílias, amigos e pareci-novenses que já não residem mais na cidade. Depois da celebração, o padre, a banda e os participantes devem ir a pé até a Sociedade, onde será o baile.  Para Lucila, serão momentos de fé e comemoração em um evento que traz saudades até hoje. “Os músicos ficavam morando nos salões. Estamos preservando três legados dos nossos antepassados, o Kerb, o Tiro de Rei e o Bolão”, lembra Lucila, que participa das festas desde os 27 anos, quando fixou residência na cidade.   Recordações de uma época em que as visitas eram mais freqüentes também estão guardadas na memória da aposentada Liana Fell Neutling. Um tempo em que seu pai, Edmundo Fell, já falecido, dava início ao Kerb na sexta-feira. “Vinha um senhor a cavalo e ficava até a terça. O pai contratava até uma cozinheira, porque domingo a casa enchia”, relembra Liana.  Hoje o Kerb não acontece mais nas residências. Mas nem por isso deixou de ser menos comemorado pelos pareci-novenses. “Será um momento de reencontrar os amigos, de confraternização na Sociedade”, diz Liana.    Recordações em fotos e objetos

Entusiasmada com a chegada de mais um Kerb, Liana Fell Neutling espera reunir mais de dez familiares neste final de semana. A irmã, Lia Ledur, e o cunhado, Plínio Ledur, vêm de Porto Alegre. Um sobrinho que reside
em Novo Hamburgo deve chegar neste sábado. Ainda tem os de casa, o marido e os filhos. “Enquanto estiver viva, quero continuar a reunir a família, gosto de manter a tradição”, diz Liana. As recordações das festas de Kerb não estão somente na memória de Liana. Ficam penduradas nas paredes, em quadros de fotografias e em vários objetos antigos utilizados pela família. Em uma sala nos fundos da casa, ela guarda uma escova de sapato que fica dentro de um tamanco, material trazido pelos colonizadores. Um jarro de barro, em alemão chamado “Krug”, que era usado para fazer saladas nos Kerbs. Também há uma prensa para tirar banha de porco feita em madeira. “Gosto de guardar isso tudo, é uma maneira de preservar tudo que eles fizeram antigamente”, ressalta Liana.

Kerb inicia com missa

Uma missa na Igreja Matriz São José, no Centro da cidade, às 10 horas de domingo, marca o início do Kerb na Sociedade Cultural Pareci Novo. Terminada a celebração, os participantes, o padre e a banda seguem em caminhada até a associação, onde acontece a primeira parte do baile. Os músicos devem ir cantando músicas típicos dos alemães. Ao meio-dia será servido o almoço, ao custo de R$ 25,00 o casal e R$ 12,50 o cartão para uma pessoa. Às 14 horas, o baile reinicia e deve ir até às 18 horas.   ( Reportagem produzida por Éder Romeu Kurz, e publicada no Jornal Ibiá, diário de Montenegro e região do Vale do Caí )  

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Simples de se encontrar

Março 31, 2007 · Deixe um comentário

A Web 1.0 surgiu da tendência de sair de uma crise econômica. E o que surgiu como uma “chuva de pensamentos” e idéias para, e também sobre, a Web, acabou por desvendar um caminho mais curto para a simplicidade. Em comparação, a Web 2.0 não tem uma fronteira tão restrita quanto a Web 1.0, mas um conjunto gravitacional.

O profuto Last FM é um exemplo de simplicidade. Um programa de músicas interativo, no qual, com o nome do artista ou da banda, é possível encontrar informações sobre o músico, e também, ouvir as músicas preferidas do grupo.

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Em curso

Março 24, 2007 · Deixe um comentário

A imensa maioria dos sites ainda estão em constante processo de mudanças. Chegar ao nível ideal, de acordo com a crítica e com as necessidades dos usuários, ainda vai levar alguns anos. Ou, quem sabe, nunca chegará a esse ponto, uma vez que estamos em constante processo de renovação e mudanças, principalmente tecnológicas.

O site do Jornal Ibiá, de Montenegro, é um exemplo. Nele, está a fiel cópia do jornal impresso que está nas bancas e casas dos assinantes todas as manhãs. Na comparação com o site do Jornal do Povo, de Cachoeira do Sul, há diferenças, apesar de ambos passarem pelo mesmo processo. No caso do site do jornal cachoeirense, a capa do portal, como no jornal montenegrino, é a mesma da edição impressa. Porém, no Jornal do Povo, durante o dia, novos links são criados com notícias do dia. No Ibiá, as informações só são renovadas após o fechamento da edição.

O processo do Jornal do Povo dificilmente será o mesmo do Jornal Ibiá nos próximos meses. Isso por que com o Ibiá deve tornar o site mais atrativo e, além das notícias atualizadas durante o dia, passará a ter outros atrativos, como blogs e filmes. Um processo natural da comunicação digital. 

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Um elo aberto com o mundo

Março 16, 2007 · Deixe um comentário

É como um fio de energia interligado entre um poste e o rádio. Sem ele não escutariamos as músicas de John Lenon, dos Beatles, do Skan e da Ivete Sangalo. Ficaríamos longe, sem contato com o que foi e é sucesso nos dias atuais. Não estariamos interagindo e perderiamos o que nos coloca em acordo com o mundo.

É essa a nossa realidade, não adianta fugir dela ou mesmo a ignorá-la. Estamos todos no mesmo barco. Vivemos em um mundo onde a comunicação, seja ela escrita, falada ou televisiva, está presente desde o momento em que acordamos até a hora em que dormimos. 

Mas com tantas diferenças se viu nascer vários tipos de músicas, que saiam do lado John Lenon, Beatles, Skan e Ivete Sangalo. Nascia com a cultura cada vez mais diversificada o ciberpunk, uma mistura de música eletrônica e o rock, moda, animações, quadrinhos e etc.

O ciberpunk tem o lado digital. E isso o fez crescer e talvez sõ não tenha atingido patamares massivos na sociedade, justamente por apontar para um lado mais sombrio e sinistro.  Também há um lado artístico-cultural no ciberpunk.

New York Dolls (2006).jpg

Banda New York Dolls

Alguns os chamam de loucos, pirados e fora da realidade. Mas fica a pergunta: quem vive na realidade? Nós que estamos sempre correndo contra o tempo, não temos tempo de olhar as estrelas, o brilho do sol ou, ainda mais grave, cometer o erro de não prestar atenção a namorada.

Não só Ivete, John, Beatles e Skan despejaram músicas românticas. Os ciberspunk também, mas do jeito que eles gostam, aprovam e vivem. Uns com os seus.

 

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Éder Romeu Kurz

Março 3, 2007 · Deixe um comentário

Olá 

Bom, como a aula é numa sexta-feira a noite, preciso começar dizendo que não faltarei mais nenhuma aula, bem, depois que faltei a primeira! Bom, pelo menos garanto que vou me esforçar.

Primeiro, vou me apresentar: Meu nome é Éder Romeu Kurz e estou desde 2001 na Unisinos, portanto, tem gente que entrou depois que eu na faculdade e já se formou. Mas não tem problema. Tenho 28 anos e trabalho a três no Jornal Ibiá, diário do Vale do Caí, com sede em Montenegro. Atualmente, trabalho como repórter e editor de Esportes. Também faço cobertura em uma cidadezinha vizinha, chamada Pareci Novo. Além disso, trabalho na Tv Cultura Canal 53, também em Montenegro, que, tem como responsável editorial, os proprietários do Jornal Ibiá. A Tv tem jornais e programas locais, mas a maior parte da programação é da Cultura de São Paulo. Nossa colega de Jornalismo On Line, a Kássia Souza, também é de Montenegro e trabalha na Tv, aliás, uma excelente repórter….

Bem, espero, pelo menos acho isso, o que todos esperam da aula de Jornalismo On Line: aprender…aprender…. Não tenho noção de qual o conteúdo que será disponibilizado a nós, alunos. Por isso, minhas expectativas são muitas com as aulas, espero não me decepcionar.

Acho que era isso…

trabalho

Eu, à direita, entrevistando um venezuelano. Sorte minha que ele enrolava um português!!

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Hello world!

Março 2, 2007 · 1 Comentário

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