Onde está o sol?

Publicado: 18 de março de 2011 em Uncategorized

Está faltando a estrela maior. A estrela que traz alegria. Que faz bem ao corpo, à mente e ao coração. Cadê o sol? Para onde levaram o sol? Quem roubou o Sol? Deveria ser preso. Julgado. Eu preciso do sol. E você? E tu? E nós? Onde está o sol?

Escondido em um lugar seguro, à espera que o bem da chuva faça a sua parte para, só depois, o sol brilhar novamente.

Férias

Publicado: 8 de abril de 2010 em Uncategorized

Estou de férias desde o dia 28 de março. Desde então, passei mais tempo em casa, descansando. Estive em Cachoeira do Sul no feriadão de Páscoa. Retornamos, eu e a Dina, e estou a ver televisão, ler livros e jornais, e dormindo. Ainda algumas semanas. Terei tempo para adiantar o TCC 1 e descansar.

Vale rever, é muito bom

Publicado: 24 de novembro de 2009 em Uncategorized

Os sapatos

Publicado: 24 de novembro de 2009 em Uncategorized

Não é difícil, mas quem disse que era fácil. João tinha de trocar os sapatos. Estavam tão gastos que o pé parecia tocar o chão. Sentia até mesmo as pedrinhas mais miudinhas que os olhos não viam sobre a calçada. Pois lá foi ele. Passos largos do trabalho para casa, um recanto de madeira, cor verde e de janelas marrons. Era aconchegante. Bem simples. João morava sozinho e tinha muitos objetivos. Naquele dia, só pensava em não se atrasar para a faculdade.

O roteiro era o seguinte: ele deixava o serviço às 17h45min, caminhava cerca de um quilômetro e meio, trocava os sapatos, deixava o crachá da empresa em cima da mesa, pegava a mochila e ia para a parada do ônibus, que encostava à beira da calçada exatamente às 18h10min. João, às vezes, não conseguia. Era vencido pelo cansaço. Ou tinha deveres a cumprir para o editor do diário em que trabalhava. O pior é que, quando não ia na aula, perdia o conteúdo. João era de poucos sorrisos.

Havia nove anos e meio que cumpria esse ritual. Naquela terça-feira nublada e abafada, João venceu. Entrou no ônibus no horário previsto. Quarenta e cinco minutos depois, estava dentro da sala de aula. Não deixou de se sentir aliviado. Havia prova naquele dia. Aluno nota oito, dedicado no trabalho e atento nos estudos, o estudante que sonhava apenas com a vitória da vida passou na prova. Fez dois textos. Um elogiado pelo professor. O outro nem tanto.

Muitos fazem o mesmo que João Siqueira da Cunha e Silva, de 28 anos. São vários os Joões, várias as Marias. Inúmeras as situações vividas no dia a dia. Para alguns, não há sapatos que os façam desistir dos sonhos.

Prevenção é a ordem

Publicado: 24 de novembro de 2009 em Uncategorized

O alerta vermelho ecoou pelo Rio Grande do Sul com as tempestades seguidas de chuvas torrenciais. Invadiu cada estância gaúcha como um aviso de que, contra a natureza, não há como lutar. É fato que a assistência aos mais de 9.500 desabrigados e desalojados pelas enchentes tem de ser mais rápida e concreta. É uma falha das autoridades. É inadmissível ter cerca de 14.000 clientes prejudicados pela falta eletricidade, quando empresas privadas, que trabalham somente com a distribuição de energia, recebem rios de dinheiro. Mas não devemos pensar somente no hoje.

Há anos o mundo é alertado pelos meteorologistas e cientistas sobre as mudanças climáticas. Dizia-se que o inverno seria cada vez mais rigoroso. E o verão com temperaturas elevadas ao extremo. Nesse período, alterações frequentes e bruscas no tempo levariam o mundo a situações nunca antes vividas. Tudo, infelizmente, está se confirmando. O que parecia longe da realidade gaúcha se acentuou em 2008, quando Santa Catarina foi devastada pelas tempestades que vitimaram mais de 90 pessoas. Hoje, percebe-se que os gaúchos também estão na rota das catástrofes naturais. E o pior: não está preparado para enfrentá-las. Prova disso são as mais de 14.661 casas danificadas e 48 destruídas.

Fazer com que as cenas de gaúchos dentro de barcos deixando suas casas devido às enchentes ou colocando alimentos na lixeira por falta de energia para ligar a geladeira não podem se repetir. A ação tem de começar pelo poder público. Mas precisa ser aceita e transformada em realidade pelos gaúchos – e pelo restante do mundo. Não adianta cuidarmos aqui da natureza, se lá fora ela não é respeitada. É preciso mudar conceitos, rever maneiras de agir e de pensar e sair da passividade.

Uma afronta ao século 21

Publicado: 12 de novembro de 2009 em Uncategorized

O Brasil acompanha estarrecido cada novo episódio Geisy Arruda, que, sem a menor cerimônia, invade as manchetes dos jornais e ganha espaços nobres nos noticiários das televisões há duas semanas. A repercussão na sociedade só não é mais avassaladora do que a roupa usada pela estudante do curso de Turismo da Universidade Bandeirante (Uniban), em São Bernardo do Campo, São Paulo, motivo de todo o alvoroço no país. Cabe uma pergunta: o que é mais abominável em um estado democrático, o linchamento público de uma cidadã ou o tamanho do vestido?

Parece que o comprimento da roupa usada por Geisy na noite do dia 22 de outubro, enquanto assistia à aula na faculdade, causa mais constrangimento à opinião pública. O mais incrível é que o caso tem desdobramentos maiores a cada amanhecer, e agora acertadamente contra a Uniban. A universidade recuou e resolveu aceitar o retorno da estudante de 22 anos às classes. Antes, a conceituada instituição de ensino superior, berço dos mais influentes e cultos homens da sociedade, onde se desenvolve o futuro de nosso Brasil, foi a público informar que Geisy não poderia mais frequentar os corredores da faculdade. Uma decisão autoritária e retrógada. E o que é pior, inadmissível: abençoava o comportamento selvagem e grotesco dos estudantes na fatídica noite de 22 de outubro.

Os fatos ganharam tamanha audiência que o Procon e até a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ambos de São Paulo, resolveram interpelar contra a Uniban. É claro que os estudantes precisam ter bom senso. Afinal, a escola é lugar de ensinar, aprender, adquirir conhecimento e convém usar roupas adequadas com o ambiente. Depois de todas as cenas de Geisy, as exibições em televisão aberta dos vídeos – que também povoaram a internet -, resta concluir que o século 21 ainda guarda resquícios do passado da moda calça boca de sino.

por Éder Romeu Kurz

Cibercultura

Publicado: 12 de novembro de 2009 em Uncategorized

Um projeto elaborado pelos alunos de Jornalismo, da Unisinos, ganhou os aplausos dos colegas e o elogio do professor Juan Domingues. Se você quer conhecer esse vídeo, clique no link abaixo.

Produção: Éder Romeu Kurz e Marcelo Ferreira
Alunos do curso de Jornalismo, na Unisinos
Disciplina: Jornalismo Online

http://www.youtube.com/watch?v=whZCO0CE-H4